Nossa história
Começou com
uma mãe e
um novelo.
Em uma casa simples, Osmarina ensinou à filha Yone o primeiro ponto. Era o início de uma tradição que atravessaria mais de seis décadas — e que segue viva em cada peça.

A origem
Por curiosidade.
Por amor.
Começou por curiosidade e pelo prazer de criar peças feitas à mão. Com o tempo, Yone foi aprendendo novas técnicas, aperfeiçoando o ponto, descobrindo materiais — e transformando o ofício herdado em arte própria.
Mais de 60 anos depois, o crochê continua sendo o que sempre foi para ela: um espaço de paz e tranquilidade, onde um simples fio se transforma em algo cheio de carinho.
O que sinto ao terminar uma peça
"Alegria. Orgulho. Gratidão. Cada peça representa dedicação, paciência e amor. Nenhuma é igual à outra."
— Yone Rondon
Hoje
Uma tradição que não se apressa.
Cada bolsa leva dias para nascer. O ponto certo, o forro alinhado, a ferragem escolhida com cuidado, o nome bordado quando pedido. É um trabalho silencioso — e por isso, raro.
Quando a peça chega às suas mãos, ela traz consigo o tempo de Yone, a memória de Osmarina e uma promessa simples: feito para durar.
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